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domingo, 27 de fevereiro de 2011

O PONTO DE VISTA DE SANTI SANTAMARIA


BIENVENIDOS AL RESTAURANTE
por Santi Santamaria en 21 de Enero, 2011

La primera modalidad de acogida en un restaurante es la atención al cliente que llama por teléfono o envía un correo electrónico o rellena un formulario en línea en nuestra web para hacer una reserva. En el caso de una llamada, siempre hay que dar el nombre de la casa: “Can Fabes, dígame”. Luego se debe atender al cliente como si lo viéramos entrar por la puerta, sobre todo si es un habitual. Hay que evitar apabullar al cliente a la hora de pedirle los datos necesarios para la reserva: nombre, número de comensales, hora de llegada, teléfono de contacto. Las solicitudes de reserva por correo electrónico directo o a través del formulario cumplimentado en línea, cada vez más mayoritarias, deben atenderse con la máxima prontitud y corrección.

Fuera de España, en algunos restaurantes se pide incluso un número de tarjeta de crédito como garantía en caso de cancelación de última hora. Otra medida que se toma para evitar los problemas que genera este tipo de cancelaciones, por desgracia cada vez más frecuentes, es no aceptar reservas con más de un mes de antelación. El buen manejo del libro de reservas por parte de la persona responsable puede permitir distribuir de forma más equitativa a la clientela a lo largo de la semana, sin que se produzcan aglomeraciones un día y entradas discretas al siguiente.

El personal del restaurante come a las doce y media, se ducha y se arregla para que, a la una y media, todo el equipo esté impecable para recibir a los clientes. El cliente tiene que ver que lo estaban esperando, y esperándolo con alegría, porque se ha trabajado mucho y bien antes de su llegada para atenderlo de modo inmejorable. La casa tiene que estar en forma y a punto.

No pueden faltar nunca un “buenos días” y una sonrisa a la hora de recibir a los clientes, siempre con naturalidad. Luego está la parte mecánica: preguntar si el cliente tiene reserva, memorizar si es la primera vez que acude al restaurante; a los clientes habituales hay que saludarlos por su nombre; a los clientes sin reserva que se presentan cuando el local está completo hay que atenderlos con tacto, evitando que se sientan rechazados, igual que los clientes cuya indumentaria no cumple con las normas de etiqueta de la casa. En definitiva, se debe combinar tacto y discreción,

A mí me gusta que me pregunten si deseo tomar un aperitivo antes de pasar a la mesa. Es un momento de relajación y adecuación al local.

Los momentos extremos, cuando se producen aglomeraciones con la llegada de varios grupos de comensales, son delicados y hay que saber distribuir pronto y bien a la gente, porque siempre tiene que haber alguien en la puerta para atender al cliente que entra.

Hay que estar atento al detalle y evaluar las situaciones y las personas en cuestión de segundos: guardar los abrigos, los paraguas, todo lo que pueda estorbar al comensal; situar a los comensales en las mesas y los comedores adecuados, para que no se sientan fuera de lugar o incómodos. Y se tiene que hacer con prontitud, amabilidad y una vez más, y como siempre, discreción, porque, en la acogida, como en tantas otras cosas, lo más importante no es lo que se hace, sino cómo se hace.

AS FOTOS SÃO DO MENU DO Restaurante Can Fabes
[http://www.canfabes.com/es/carta-i-menu]



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Google Recipes ajuda você a encontrar receitas na internet

thanksgiving hp Google Recipes ajuda você a encontrar receitas na internet

O Google anunciou hoje a implementação de uma nova opção de pesquisa segmentada no Google Search que refina os resultados de pesquisa para receitas e ingredientes.

No Google Recipes, os resultados segmentados exibem informações adicionais como avaliações de leitores, seleção de ingredientes e fotos. Os resultados também ser filtrados com base nos componentes da receita, tempo de cozimento e contagem de calorias.

"No Google nós gostamos de 'comer sua própria ração' (DogFood), o que significa que gostamos de testar os nossos próprios produtos e recursos nos antes de liberá-los para o consumo público. Com o Recipes, temos experimentado mais do que o habitual", explica Kavi Goel, Gerente de Produto.

Abaixo, o Chef do Google, Scott Giambastiani, demonstra como ele usa o Recipes para encontrar suas grandes receitas para os Googlers:

O Google Recipes está sendo lançando apenas nos EUA e Japão, mas a empresa promete adicionar mais países no futuro.

Nota: Para adequar suas receitas ao Recipes, consulte este tópico na Central de Ajuda do Google para webmasters.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Alimentação Natural, a Única Escolha



A alimentação natural e consciente se alicerça em um tripé: deve ser natural (quando nada lhe foi acrescentado em excesso), integral (quando nada lhe foi tirado desnecessariamente) e vegetariana



Acredito que originalmente o homem foi vegetariano, pois seria muito difícil para ele matar, cortar e comer carnes de animais tão duras com flechas e facas de pedras. Um naturalista, antropólogo ou biólogo que encontrasse um único dente de animal, extinto ou não, de imediato nos saberia dizer a natureza alimentar desse animal: se carnívoro, herbívoro ou frugívoro. Creio até mesmo que qualquer de nós, simples leigos no assunto, se compararmos um dente de um cão e de um boi imediatamente saberemos tratar-se de um animal carnívoro e outro de um herbívoro. Veremos que são dentes de animais vegetarianos (juntos e retos), enquanto os dos carnívoros são pontiagudos e separados. Lembro ainda que, além disso, a arcada dos carnívoros é sempre com focinho avançado para poder morder sua presa, enquanto os vegetarianos tem a arcada não projetada em focinho e em forma de meia lua. Acresça-se o fato de que os intestinos de um animal carnívoro tem entre duas e três vezes a sua altura, para que a carne putrefata possa ser rapidamente eliminada, sem causar dano ao organismo, face às toxinas produzidas pela sua decomposição. Já os intestinos de um vegetariano têm longo comprimento, cerca de sete vezes a sua altura. No homem, os intestinos têm de 10 a 12 metros, o que mais uma vez vem comprovar anatomicamente a natureza alimentar vegetariana do ser humano. Observo também que, fisiologicamente, os animais carnívoros produzem 10 vezes mais ácido muriático do que os vegetarianos, sendo este o caso dos seres humanos, que produzem menos ácido clorídrico no suco gástrico. Vemos ainda no processo digestivo que os animais produzem grande quantidade de bactérias de putrefação para poderem decompor, degenerar as carnes, fazendo com que se putrefaçam. Daí o fétido odor dos carnívoros. Deixe de comer carne por apenas uma semana e veja como seu cheiro muda, deixando de ser tão fedorento para ser até agradável. Os animais vegetarianos, tais como nós, produzem tão somente bactérias de fermentação para elaborarem a transformação digestiva dos alimentos. 

Mostro ainda que os animais vegetarianos respiram e transpiram por toda a pele através dos poros, para refresca-los, pois vivem durante o dia sob o sol, quando buscam seu alimento; enquanto os animais carnívoros transpiram não pela pele, mas pela língua, pois dormem durante o dia e à noite caçam, não precisando pois refrescar a pele. Já que transpiramos pela pele e não pela língua, somos, por origem vegetarianos. 

Outra prova, a seu ver, relaciona-se à curiosa maneira de beber água dos carnívoros, que o fazem com a língua, enquanto os vegetarianos a sorvem, chupam, bebem enfim a água, ao invés de lambê-las. Ele considera importante ainda notar que os animais vegetarianos, ao mastigarem seus alimentos, produzem um breve deslizar horizontal da mandíbula, mas os animais carnívoros simplesmente não mastigam porque não conseguem movê-la lateralmente, senão para cima e para baixo, engolindo a carne aos pedaços, isso porque fazem a digestão da carne no estômago e intestinos, enquanto nós, vegetarianos começamos a digerir na boca com a ptialina, enzima produzida junto com a saliva para digerir os aminoácidos, durante o processo de mastigação, e usando para isso os dentes molares que tem seu nome originário da pedra de mó, pedra de moer. Morrer é uma coisa que nenhum de nós quer. E entre morrer hoje e morrer amanhã, todos preferimos morrer amanhã e quanto mais tarde melhor. Gatos e cães, de quem tanto cuidamos e gostamos, infelizmente vivem muito pouco, entre 12 e 15 anos somente. O mesmo não ocorre com a tartaruga que vive perto de 300 anos, com o elefante, que vive em média 200 anos, ou ainda, com o falador papagaio, que vive cerca de 100 anos. Aparentemente eles nada tem em comum, pois um é réptil, o outro mamífero e o outro ave; um tem carapaça, o outro couro e outro penas. Mas, os três tem em comum o fato de serem vegetarianos, e a esse fato devem a sua longevidade. Para mim, se quisermos viver mais anos, e com melhor qualidade de vida, é imprescindível sermos vegetarianos. Outro coisa interessante de se perceber, na minha opinião, é que muitos de nós, hoje mais do que nunca, estamos assustados com a violência do mundo, que se intensifica de uma maneira assustadora; isso porque o "sangue é o adubo da violência". Lembrando, entretanto, que os animais vegetarianos vivem sempre em bandos, perfeitamente harmonizados entre si, e ainda com os de outras espécies, como girafas, zebras, antílopes, etc, que pastam em bandos juntos. Enquanto isso, os animais carnívoros delimitam seus territórios e seu poder sobre ele, e quase sempre estão sós ou quando muito junto a outros de sua própria espécie, no máximo de sua própria família. E ainda assim, muitas vezes, eles vêm comer seus próprios filhotes. 

Assim tornar-se vegetariano é também uma tentativa individual de atenuar a violência no mundo. Recomendo aos que desejam seguir uma alimentação consciente a se absterem de comer, vestir e usar qualquer produto de origem animal: carne, ovos, leite e laticínios, seja na comida, na roupa, utensílios ou remédios. Muitos pensam promover melhoria quando deixam de comer carne vermelha e passam a comer somente carne branca (frango, peixe, etc.). 

Ora, carne é carne, seja ela vermelha, branca, amarela ou azul. Além disso, a carne de peixe ou os frutos do mar são o pior karma alimentar que se adquire. Você já pescou? Já viu um peixe morrer? Já viu o desespero dos crustáceos vivos colocados numa panela de água quente? Sem falar que ela se putrefaz com extrema rapidez, pois em 1g de carne de peixe existem 870 mil bactérias, produzindo os comuns casos de intoxicação. Quanto às carnes de ave fazem o mesmo mal, já que constituem o maior produtor de colesterol que existe. E o peito de frango é o local onde se concentram mais hormônios, acrescidos dos já presentes na ração animal. Hormônios estes que também são usados para acelerar a intensificar o processo das regras menstruais das aves; sim, pois os ovos das galinhas nada mais são do que a menstruação das mesmas. Levando em conta que todos esses hormônios são femininos, imaginem o que eles não podem desencadear nos homens ao serem ingeridos, se já nas próprias mulheres produzem alterações. Advirto ainda quanto ao famoso caldinho de carne, que é tão rico em uréia que qualquer indivíduo que o levasse a uma análise perguntaria estupefato "Quem fez xixi na minha sopa?". 

Considero importante lembrar que, no espaço médio de uma sala, por exemplo, não se consegue criar qualquer tipo de animal de corte, boi, vaca, etc, mas se pode fazer muitos canteiros de cenouras, beterrabas, etc, o que nos leva a concluir também que a alimentação vegetariana tem um alcance social muito maior, alimentação muito mais pessoas com menos necessidade de espaço. "É absurdo o fato de que 60% da terra agricultável do mundo é dedicada ao plantio forrageiro, isto é, ao de alimentos para o gado.

Fonte: Helder Carvalho para o Jornal Ganesha (http://www.ganesha.jor.br) - outubro de 1993.

ACHEI NO ESTADÃO



Entre pitadas e piladas


As misturas de especiarias fazem mais que conferir sabor aos pratos. Elas são parte indissociável da identidade culinária de um povo. Seus aromas e sabores caracterizam estilos e tradições gastronômicas.

O ensopado indiano não existe sem o curry ou as masalas. E não há cuscuz capaz de conferir sotaque marroquino ao cordeiro preparado sem uma generosa porção de ras-el-hanout. Nem alma na comida mexicana feita sem o recado rojo.

'É a mistura de temperos mais popular no México. Recado rojo está para os mexicanos como as masalas estão para os indianos. É usado em inúmeros pratos', diz a cozinheira mexicana Lourdes Hernández Fuentes.

Nesta edição, o Paladar embarca em uma viagem ao redor do mundo em busca das combinações de especiarias, ervas e temperos que são a cara de algum lugar. Selecionamos dez clássicos, entre América, Europa, África e Ásia, que você pode reproduzir em casa.

Quer um gostinho de Oriente Médio? Combine sumagre, gergelim e tomilho. Eles são a base do zahtar, um tempero clássico da região. Churrasco texano? Tempere a carne com barbecue spice mix.

Quando o assunto é tempero, você vai ver que a companhia faz toda a diferença. Pense no cominho, por exemplo - aromático, ligeiramente picante com um toque de amargor. Ele assume seu lado cajun combinado com páprica, chiles e sementes de coentro. Mas vira mexicano ao lado de pimenta-da-jamaica, urucum, cravo e suco de laranja. Dependendo dos parceiros, ele se torna marroquino, etíope ou indiano. A pimenta-do-reino preta também integra temperos típicos de diferentes lugares. Noz-moscada é outra presença constante.

Nem toda combinação de temperos deve ser empregada da mesma forma. A maioria é usada em marinadas e no início do cozimento, mas algumas, entre elas as ervas da Provença e as cinco especiarias chinesas, também servem para finalizar pratos.

O ras-el-hanout deve ser empregado no início do cozimento para que os sabores de cada especiaria penetrem nos ingredientes', ensina o cozinheiro marroquino Mohammed El Mehdi Annassiq.

As prateleiras dos supermercados estão repletas de curry, zahtar, barbecue spice mix e muitos outros condimentos prontos. Mas o Paladar desafia você a fazer sua própria mistura.

É fácil, divertido e com a vantagem de você poder fazer pequenas modificações nas receitas para adaptá-las ao seu gosto. O berberé está suave? Aumente a pimenta. Gosta muito de coentro? Aumente a dose na hora de preparar seu garam masala.

No mundo todo as receitas variam de região para região, de família para família. 'Na Índia existem inúmeras misturas. Uma lembra a outra, mas no final, todas elas têm uma versão diferente, porque são feitas por pessoas diferentes', diz Nelo Linguanotto, proprietário da Bombay Herbs & Spices.

Faça como os indianos, etíopes, franceses e chineses: escolha a receita, prepare o almofariz e divirta-se entre as pitadas e as piladas.


CAJUN SPICE MIX
Origem: Estados Unidos

Como fazer: moa e misture bem 1/4 de xícara de chile em pó; 1/4 de xícara de páprica; 1/3 xícara de sal; 1 colher (sopa) de pimenta-do-reino preta; 1 colher (sopa) de manjericão desidratado; 1 colher (sopa) de cebola em pó; 1 colher (sopa) de coentro em grão; 1/2 colher (chá) de pimenta caiena; 2 colheres (chá) de tomilho seco; 1/4 de colher (chá) de cominho e 1/4 de colher (chá) de pimenta-do-reino branca. Use em: carnes assadas (porco, vaca e frango), sopas, molhos e massas


RECADO ROJO
Origem: México

Como fazer: moa 9 cabeças de alho; 1 pauzinho de canela; 12 pimentas-da-jamaica; 9 colheres (sopa) de urucum; 1 colher (chá) de cominho; 1/2 colher (chá) de cravo; 50g de chile seco. Acrescente suco de 1 laranja azeda (pode ser substituída por suco de laranja-pera e suco de limão em partes iguais) e sal a gosto Use em: carnes assadas, sopas e para marinar peixes de sabor potente, como a garoupa.


ZAHTAR
Origem: Oriente Médio

Como fazer: toste 4 colheres (sopa) de gergelim e misture com 2 colheres (sopa) de sumagre e 2 colheres (sopa) de tomilho seco. Use em: marinadas, carnes e no topo de pães.


PUDDING SPICE MIX
Origem: Inglaterra

Como fazer: moa e misture bem 2 colheres (sopa) de pimenta-da-jamaica; 2 pauzinhos de canela; 2 colheres (chá) de cravo; 2 colheres (chá) de noz-moscada ralada; 2 colheres (chá) de gengibre moído; 1 colher (chá) de sementes de cardamomo; 1 colher (chá) de coentro em grão Use em: bolos, pudins, biscoitos e pães


BERBERE
Origem: Etiópia

Como fazer: em uma frigideira toste levemente 2 colheres (chá) de semente de cominho; 4 cravos; 3/4 de colher (chá) de semente de cardamomo; 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino em grãos; 1 colher (chá) de feno-grego. Deixe esfriar e moa junto com 1/2 colher (chá) de semente de coentro; 8 chiles pequenos e secos; 1/2 colher (chá) de gengibre ralado; 1/4 de colher (chá) de cúrcuma; 1 colher (chá) de sal; 2 e 1/2 colheres (chá) de páprica; 1/4 de colher (chá) de pimenta-da-jamaica; 1/8 de colher (chá) de canela moída e 1/8 de colher (chá) de cravo Use em: vegetais, frango ensopado e arroz


CINCO ESPECIARIAS CHINESAS
Origem: China

Como fazer: triture e misture bem 1 colher (chá) de pimenta sichuan; 1 colher (chá) de anis-estrelado; 1/4 de colher (chá) de semente de erva-doce; 1/2 colher (chá) de cravo; 1/2 colher (chá) de canela moída; 1/2 colher (chá) de sal; 1/4 de colher (chá) de pimenta-do-reino Use em: carnes gordurosas, como porco e pato. Também vai bem em vegetais e frutos do mar


RAS-EL-HANOUT
Origem: Marrocos

Como fazer: rale 2 nozes-moscadas inteiras e moa com 5 botões de rosa seca; 6 paus de canela; 2 colheres (sopa) de cominho; 12 pimentas da Jamaica; 6 lâminas de macis; 4 colheres (sopa) de cúrcuma; 1 colher (sopa) de semente de anis; 2 colheres (sopa) de pimenta caiena; 1 colher (sopa) de pimenta-do-reino branca; 1/2 colher (chá) de lavanda; 2 colheres (sopa) de pedaços de gengibre; 1 pedaço de galanga; 3 cravos e 10 sementes de cardamomo. Peneire Use em: peixes, frango, cordeiro e legumes. Para peixes, acrescente à mistura mais ervas secas e um cítrico, como casca de limão. Se for usar em carne de frango ou carneiro, faça uma mistura mais adocicada (com um pouco mais de canela e pimenta-da-jamaica)


BARBECUE SPICE MIX
Origem: Estados Unidos

Como fazer: pile 1 colher (chá) de semente de coentro; 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino preta em grãos e misture com 2 colheres (sopa) de páprica; 1/2 colher (chá) de garam masala; 1 colher (sopa) de mostarda; 1 colher (sopa) de chile em pó; 1 colher (chá) de açúcar mascavo e 1/2 colher (chá) de tomilho seco Use em: carnes e peixes assados - especialmente quando preparados na churrasqueira


GARAM MASALA
Origem: Índia

Como fazer: ponha numa frigideira e mexa para tostar levemente em fogo médio, tomando cuidado para não queimar 2 colheres (sopa) de semente de cominho; 2 colheres (sopa) de semente de coentro: 2 colheres (sopa) de semente de cardamomo; 2 colheres (sopa) de pimenta-do-reino preta; 1 rama de canela em pedaços; 1 colher (chá) de noz-moscada ralada e 1/2 colher (chá) de açafrão. Espere esfriar e moa. Acrescente a noz-moscada e o açafrão. Use em: ensopados de carne de vaca e frango e pakoras (empanados) de legumes


ERVAS DA PROVENÇA
Origem: França

Como fazer: misture partes iguais de orégano, manjericão, segurelha, tomilho, alecrim e manjerona desidratados Use em: legumes assados, pizzas, omeletes e ensopados.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ECOGASTRONOMIA & SLOW FOOD - I

O movimento Slow Food representa a união entre a ética e o prazer da alimentação com uma palavra: ecogastronomia. Restitui ao alimento sua dignidade cultural, favorece a sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade. Protege espécies vegetais e raças animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação.

O Slow Food preconiza o reconhecimento da importância do prazer aliado à alimentação. Devemos aprender a apreciar a larga gama de receitas e sabores e reconhecer a variedade de lugares e pessoas cultivando e produzindo alimentos. Devemos respeitar os ritmos das estações e da convivialidade.

Além disso, a receita desenvolvida por Carlo Petrini e os membros do Slow Food propõe um novo senso de responsabilidade na busca do prazer. Demanda que todos têm o direito de aproveitá-lo. O Slow Food chama este conceito de Ecogastronomia. É uma atitude capaz de combinar o respeito e interesse na cultura enogastronômica com apoio para aqueles que lutam para defender os alimentos e a biodiversidade agrícola no mundo todo.

Ainda dentro do princípio da ecogastronomia, o Slow Food apóia um novo modelo de agricultura, que é menos intensivo e mais saudável e sustentável, com base no conhecimento das comunidades locais. Este é o único tipo de agricultura capaz de oferecer formas de desenvolvimento para as regiões mais pobres do nosso planeta.

Por esta razão o Slow Food está comprometido a salvaguardar alimentos, matéria-prima e métodos tradicionais de cultivo e transformação dos alimentos. Luta para defender a biodiversidade de variedades sejam elas cultivadas ou selvagens, e proteger os locais de convívio que formam a herança cultural devido ao seu valor histórico, artístico e social.

Considerando uma variedade de fruta ou um prato tradicional local, não é possível ignorar sua relação com a história, cultura e ambiente de onde se originou. Portanto, o Slow Food estressa a importância da produção agrícola para manter o equilíbrio de respeito e troca com o ecossistema. É por isso que o Slow Food foi definido como um movimento de eco-gastrônomos

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Casal de brasileiros faz sucesso com restaurante em Paris


Os dois (Celia Miranda e Gustavo Matos) foram para Paris estudar gastronomia (Le Cordon Bleu), compraram um apartamento e criaram um restaurante com um jeito caseiro.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ya se puede estudiar cocina en Le Cordon Bleu en Madrid

Desde hace unos días, ya se puede estudiar cocina en Le Cordon Bleu, en Madrid. Esta famosa escuela de cocina, se ha instalado en las aulas de la Universidad Francisco de Vitoria, brindando a los futuros profesionales de la gastronomía, la posibilidad de aprender y perfeccionarse en el dominio de las técnicas culinarias.


La escuela está situada en las instalaciones de la Universidad, en Pozuelo de Alarcón, y aunque acaba de empezar a impartir sus primeras clases, cuenta ya con una lista de espera de más de dos años.




Le Cordon Bleu es toda una institución en la enseñanza de la cocina, y tiene más de un siglo de historia. Además de en Madrid, está presente en otros 15 países en todo el mundo. Junto a París y Londres, Madrid es la tercera sede que tiene Le Cordon Bleu en Europa.


Sin duda, la importancia de España como destino turístico y sobre todo, la calidad y prestigio de los Chefs españoles, han llevado a Le Cordon Bleu a tomar la decisión de instalarse en nuestro país.


Su titulación, “Le Grand Diplôme“, con 900 horas lectivas y 30 semanas de duración, une las especialidades de cocina y repostería. Este título está considerado como el más completo en técnicas culinarias francesas.


Estudiar cocina en Le Cordon Bleu es un sueño para cualquier persona que tenga vocación de chef o para cualquiera de nosotros, los que disfrutamos del apasionante mundo de la cocina y la gastronomía.


Más información| Universidad Francisco de Vitoria (http://www.ufv.es/oferta-formativa/le-cordon-bleu_2463)